O orador das orações de sextas-feiras em Teerã, Hojatolestão Kazem Sediqi, afirmou que os recentes tumultos em algumas cidades do Irã, durante os protestos que foram realizados por motivos das dificuldades econômicas, tinham sido formulados por um plano dos Estados Unidos, o regime de Israel e da Arábia Saudita.

"Os distúrbios dessa natureza respondem a um plano dos Estados Unidos e do sionismo e (foram financiados) pelo dinheiro da Arábia Saudita e seus aliados", afirmou o clérigo iraniano. Na opinião dele, o melhor comentário sobre os tumultos foi apresentado pelo líder iraniano, aiatolá Seyed Ali Khamenei, que disse que os protestos tinham sido planejados no exterior. Além disso, advertiu que o Irã "inimigos jurados" que não podem tolerar a independência de um país, enfatizando que, nos últimos 40 anos, a nação iraniana mostrou resistência às conspirações desses inimigos e respondeu em fortemente aos Estados Unidos.

Neste contexto, Sediqi assegurou que Washington receberá a firme resposta dos iranianos enquanto tentar "perturbar a paz" no país. No entanto, reiterou que o caos recente que ajudou distinguir amigos dos inimigos da República Islâmica do Irã serviu como uma lição e fez com que o povo acordasse. Ele também insistiu na necessidade de averiguar os acontecimentos.

Ultimamente, algumas cidades iranianas testemunharam manifestações pacíficas contra a inflação e o desemprego, mas os inimigos de Teerã, liderados pelos EUA e o regime de Israel, aproveitaram a oportunidade para  atingir a Revolução Islâmica através de seus agentes, que infiltraram nas manifestações, realizando vandalismo.

O chefe do serviço de inteligência de Israel (Mossad), Yossi Cohen, confessou na terça-feira o envolvimento do regime de Tel Aviv nos recentes tumultos no Irã.

 

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Jan 12, 2018 20:40 UTC
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