• Barzani: Irã e Turquia não atacarão  Curdistão iraquiano por causa do referendo

Nechirvan Barzani não acha que países vizinhos do Iraque usem uma opção militar contra a região do Curdistão iraquiano em reação ao referendo separatista.

É impossível que o Irã e Turquia utilizem a opção militar contra o Kurdistão em reação ao referendo, declarou no sábado o premiê do Curdistão do Iraque, Nechirvan Barzani, a jornalistas.
Conforme às observações do servidor público curdo, ainda que Teerã e Ancara opõem-se a consultar que celebrará o Curdistão iraquiano nesta segunda-feira, têm interesses estratégicos na região, por tanto, nunca recorrerão a uma intervenção militar.
Ao referir-se à oposição dos países vizinhos diante o plebiscito, reconheceu que o Irã e Turquia, bem como o Governo central do Iraque podem adotar medidas em prol de seus interesses, as quais, afirmou, nunca serão militares.
A comunidade internacional está na contramão de uma eventual separação do Curdistão do Iraque: Bagdá diz que a medida vai contra sua Constituição e Turquia teme que este passo promova um movimento secessionista dentro de seu território, enquanto, o Irã faz questão de que este referendo aumente a desestabilização no Oriente Médio.
O ex-ministro iraniano de Defesa, Hussein Dehqan, instou no sábado os curdos a renunciar à votação sobre sua separação do Iraque.
Em sua opinião, este referendo não é nada mais que uma ferramenta usada por parte do presidente do Curdistão iraquiano, Masud Barzani, para promover as demandas curdas perante Bagdá e afirmou conhecer que não existe unanimidade entre os curdos no tema da independência do Iraque.
O regime de Israel é o único que até agora tem expressado seu apoio a saída do Curdistão iraquiano, segundo tem declarado recentemente o próprio premiê israelense, Benyamin Netanyahu.
Vários experientes e meios de comunicações dizem que o regime de Tel Aviv teria atingido um acordo secreto com  autoridades curdas para colonizar a região do Curdistão do Iraque com 200.000 judeus.
 

 

Tags

Sep 24, 2017 14:09 UTC
Comentários