O diplomata venezuelano disse que o direito quer voltar aos velhos tempos da mentalidade de prática político-ideológica de entregar a soberania nacional e recursos naturais da nação a outro país ou entidades.

O ex-embaixador da Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA), Roy Chaderton Matos, disse que seu país travado hoje novamente uma etapa de resistência às reivindicações do direito de restabelecer os velhos tempos de neoliberalismo na região e entreguismo da soberania nacional.

"Há interesses econômicos em jogo e poderes culturais têm vindo a alargar ao longo do tempo, como é a corporação da mídia que são as novas formas de ditaduras", disse o diplomata em entrevista ao programa de ignições de Venezuelana de Television.

Chaderton sublinhou que a Venezuela é "uma muralha e um grande espaço da grande batalha contra o fascismo revivido".

Destacou a mobilização massiva que os chavismos realizaram na quarta-feira nas ruas de Caracas e as regiões do país para rejeitar o intervencionismo, o golpe e proclamar a paz e tranquilidade de todos os venezuelanos ante insensatas pretensões e reivindicações do direito de terminar com a democracia e da ordem constitucional no país.

Ele ressaltou que o ataque desde a OEA, que se acrescenta ao plano golpista que explora a direita, tem como o único propósito inviabilizar a democracia no país, no entanto, observou que perante estes objetivos inconstitucionais a resistência revolucionária, provada e comprovada por 18 anos consecutivos, é essencial para derrotar mais uma vez a oligarquia e seus aliados.

"A paz é a tranquilidade e está a progredir com o desenvolvimento e justiça. A paz é a consequência de tudo de bom que podemos fazer como cidadãos de um país livre com justiça social e democracia”, disse ele.

 

Apr 21, 2017 10:08 UTC
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